Portas igualmente abertas para todos, por Renato Carvalho – Novartis Brasil

Para Novartis, a diversidade está totalmente alinhada ao seu propósito de reimaginar a medicina, e é vital para o desenvolvimento da inovação. É esta inovação, concebida diariamente ao redor do mundo por pessoas de mais de 140 nacionalidades, que permite que consigamos atingir a nossa missão de melhorar e prolongar a vida das pessoas. Isso porque equipes diversas promovem mais inovações e soluções disruptivas, que são demandas essenciais da saúde no mundo.

O nosso propósito de “Reimaginar a Medicina” tem base em ações sustentáveis e acordos de retificação de algumas injustiças. Conceitos como ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) estarão cada vez mais presentes nas grandes organizações e fazem parte de nossos pilares estratégicos.

No Brasil, a Novartis conta com 2,2 mil colaboradores e somos orgulhosos em dizer que 51% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. O time é formado por pessoas com diferentes nacionalidades, orientações sexuais, gerações, estilos de pensamento, portadores de deficiência etc. Temos também uma ampla abrangência religiosa. Acreditamos que seja essa diversidade que torne nossa cultura tão especial.

A Diversidade é muito importante e já é um caminho trilhado por aqui, mas a Inclusão é fundamental, e por isso nosso foco. Trabalhar a inclusão é tornar possível a participação de pessoas diversas em debates e decisões.

Por isso o conceito “seja sua melhor versão” empodera nossa jornada.

Uma agenda como esta precisa ser coordenada de perto e por isso criamos os ERGs ( Employee Resources Groups) os quais são liderados por Glenda Moreira juntamente com membros de RH de todas as divisões, a fim de garantir que tenhamos uma visão ampla das necessidades da nossa população interna como um todo. “Temos atuado fortemente no fortalecimento dos grupos de afinidade, aqui chamados de ERGs, pois sabemos da importância do protagonismo da nossa população nas discussões e tomadas de decisão. As trocas entre os grupos são riquíssimas e vemos o engajamento aumentando significativamente. O senso de pertencer a algo maior enche as pessoas de orgulho e torna real a segurança psicológica. Isso significa que estamos permitindo que nossos colaboradores atuem de maneira mais inovadora, curiosa e unboss”, afirma Glenda Moreira.

Nossas frentes de atuação em 2020 continuarão trabalhando os 5 pilares: Gênero, PCDs, Cultura e Origens, Gerações e LGBTI.

Desde 2018 temos endereçado fortemente a adequação das políticas e benefícios garantindo que as práticas sejam “gênero free” e com isso garantimos a inclusão da nossa população LGBTI. Além disso, evoluímos para além de mulheres em cargo de liderança e hoje o nosso grupo de gênero atua também nas necessidades do homem no mundo corporativo moderno. Da mesma maneira temos atuado no empoderamento dos nossos PCDs trabalhando fortemente o protagonismo dessas pessoas criando círculos de apoio mútuo. A frente de Culturas e Origens tem encabeçado grandes discussões sobre Colorismo e Pigmentalismo e com isso temos gerado discussões extremamente ricas e diversos projetos que vem a endereçar as necessidades de inclusão da população negra em nossa organização.

Seguimos também participando das discussões de diversidade e inclusão com o mercado. No mês de fevereiro deste ano, tivemos o prazer de receber aqui na Novartis um grupo de CEO´s de grandes corporações, como: Cargill, Gerdau, GE, Electrolux, Pay Pal, entre outras. Este grupo faz parte da ação CEO Legacy, coordenada pela Fundação Dom Cabral, onde faço parte há dois anos, visando tornar o ambiente privado no Brasil mais socialmente responsável.

Pudemos compartilhar a nossa jornada de D&I da Novartis. Estamos alinhados com o que o mercado pratica e percebemos que, em alguns pontos, nós estamos liderando as práticas de mercado e agindo de maneira a inspirar outras companhias.

Ficamos felizes em ver nosso progresso até aqui e seguimos engajados pois temos muito o que fazer ainda.

*Renato Carvalho, presidente do Grupo Novartis no Brasil e diretor-geral da divisão de Oncologia

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